Defensora pública defende a Justiça Restaurativa como novo olhar para o enfrentamento de conflitos


A defensora pública Juliana Linhares de Aguiar Lopes, responsável pela Defensoria Pública Especializada na Execução das Medidas Socioeducativas, defendeu a Justiça Restaurativa como uma forma de lançar um novo olhar sobre o enfrentamento de conflitos, durante a abertura do colóquio Justiça Restaurativa, nesta segunda-feira, dia 17 de julho. O evento está sendo promovido pela Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), até o dia 21 de julho, sexta-feira, com o objetivo estratégico de auxiliar nas medidas socioeducativas cumpridas por adolescentes em conflito com a lei. Para a defensora pública, a Justiça Restaurativa pode gerar maior pacificação social e evitar a reincidência.

Em funcionamento há cerca de 10 anos no Brasil, a prática da Justiça Restaurativa tem se expandido pelo país. Conhecida como uma técnica de solução de conflitos que prima pela criatividade e sensibilidade na escuta das vítimas e dos ofensores, a prática tem iniciativas cada vez mais diversificadas e já coleciona resultados positivos.

Além da Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM), também participam do colóquio juízes da Infância e Juventude, de Família e Criminal, psicólogos, pedagogos, assistentes sociais e técnicos que atuam na área, juntamente de internos de quatro unidades socioeducativas (Dagmar Feitosa, Marise Mendes, Raimundo Parente e Semiliberdade).

O evento faz parte das comemorações dos 27 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e, ao logo da semana, haverá atividades com exposições temáticas, lançamento do projeto de leit