Defensora pública apresenta a internos do Dagmar Feitosa aplicação da Justiça Restaurativa em atos i


Mostrando exemplos da importância da empatia e do diálogo na pacificação de conflitos e combate à reincidência, a defensora pública Juliana Linhares de Aguiar Lopes explicou a adolescentes internos do Centro Socioeducativo Dagmar Feitosa como o método da Justiça Restaurativa pode ser aplicado em atos infracionais graves. Nesta quarta-feira, dia 19, a defensora, responsável pela Defensoria Pública Especializada na Execução de Medidas Socioeducativas, apresentou o painel “Justiça Restaurativa e Atos Infracionais Graves”, como parte do colóquio Justiça Restaurativa, promovido pela Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), até esta sexta-feira, dia 21.

O colóquio, que está sendo realizado desde a última segunda-feira, tem o objetivo estratégico de auxiliar nas medidas socioeducativas cumpridas por adolescentes em conflito com a lei. Para a defensora pública, a Justiça Restaurativa pode gerar maior pacificação social e evitar a reincidência. Os debates são um passo inicial para que o método passe a ser aplicado no Amazonas no acompanhamento de atos infracionais.

Juliana Lopes explicou aos adolescentes o conceito de Justiça Restaurativa, método utilizado na resolução de conflitos usando como base o diálogo e o conceito de colocar-se no lugar do outro, através de círculos de conversa, onde todos podem falar e serem ouvidos. O método aproxima vítima e agressor, desde que ambos concordem com a aplicação da prática de forma consensual, já