Defensoria Pública promove segunda edição da Oficina de Parentalidade para orientar famílias a evita


A Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) realiza nesta sexta-feira, dia 24 de novembro, a segunda edição da Oficina de Parentalidade, que tem o objetivo de sensibilizar mães e pais de que a boa relação familiar deve ser permanente porque é essencial para o crescimento afetivo dos filhos. A oficina será realizada das 9h às 12h, no auditório da Escola Superior da Defensoria Pública do Estado do Amazonas (Esudpam), que fica na Rua 24 de Maio, 321, Centro.

Os interessados que quiserem garantir participação podem ligar para o telefone da 1ª Defensoria Pública de Família – (92) 3233-1007. Não é necessário que os dois membros do casal participem. Caso um dos dois não esteja interessado, o outro pode participar sem problemas.

A Oficina de Parentalidade é destinada às famílias que estão passando por um divórcio, pela separação do casal, e servem para estimular a conscientização de que o término da relação conjugal não implica no fim da convivência familiar. A orientação às famílias é também uma forma de incentivar a conciliação.

As oficinas são ministradas pelos defensores públicos Helom Nunes e Karoline Santos, que passaram por uma capacitação no Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM). Em um formato de bate-papo, os participantes terão questões práticas e esclarecimentos sobre Direito de Família, além de poderem tirar suas dúvidas.

Com a realização das oficinas, a Defensoria Pública busca ir muito além das questões jurídicas, do divórcio, de uma guarda. A instituição objetiva estimular a convivência familiar, orientando os pais a contribuir com o crescimento afetivo dos filhos, diminuindo qualquer possibilidade de maior desgaste, além dos que já são inerentes a uma separação conjugal.

De acordo com informações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o projeto sobre parentalidade surgiu nos Estados Unidos e Canadá e foi trazido para o Brasil pela juíza Vanessa Aufiero da Rocha, que o pôs em prática na cidade de São Vicente (SP). Em razão da aceitação e dos resultados positivos, a ideia foi encampada pelo CNJ, que o adotou como política institucional. A determinação é que ele seja um dos recursos utilizados pelos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs) em parceria com as Varas da Família.

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