Órgãos de fiscalização e imprensa podem atuar no cenário atual como quarto poder, defende chefe da D


O defensor público geral do Estado, Rafael Barbosa, defendeu nesta terça-feira o protagonismo das instituições com papel fiscalizador e da imprensa como possíveis representantes do quarto poder. O assunto foi tema do debate “Separação dos Poderes: A Necessidade dos diálogos institucionais”, realizado pela Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALEAM), na Escola do Legislativo Senador José Lindoso.

Participando da mesa de debates “A superação da tripartição clássica e o quarto poder”, o defensor geral ressaltou que o papel de um quarto poder vem sendo exercido, modernamente, por instituições fiscalizadoras como o Ministério Público do Estado (MPE), o Tribunal de Contas do Estado (TCE) e a Defensoria Pública do Estado (DPE).

Rafael Barbosa lembrou também da imprensa, anteriormente vista como única representante daquilo que se acostumou chamar de quarto poder, mas que vem perdendo parte de sua força em razão do crescimento e difusão de outros meios e formas de comunicação, principalmente a partir do advento da internet e das redes sociais.

“Quem é o quarto poder? É a mídia, é a imprensa? Muito se discutiu sobre o papel da imprensa na fiscalização do Estado. Contudo, e de igual modo, a conduta de alguns meios de comunicação, acusados de praticar um jornalismo parcial, contribuíram para a perda de boa parte da confiança antes depositada nesses órgãos pela população. Sendo assim, onde está o quarto poder?