Medidas protetivas para mulheres vítimas de violência podem ser solicitadas por telefone em Manaus




Defensoria e Tribunal de Justiça dispõem de serviços que flexibilizam atendimento durante a pandemia de Covid-19


Em Manaus, as medidas protetivas para mulheres que sofreram algum tipo de violência podem ser solicitadas ou prorrogadas por meio de requerimento feito por telefone. Tanto a Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM), quanto o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) disponibilizaram serviços de atendimento à distância durante o período de pandemia de Covid-19, em cumprimento das medidas de distanciamento social necessárias.


Durante o período de pandemia, as Medidas Protetivas de Urgência (MPU) podem ser solicitadas de uma forma mais simples, sem que as mulheres precisem se dirigir a uma delegacia. Mas é preciso estar atenta, porque a solicitação de prorrogação deve ser feita com um mês de antecedência em relação à data de vencimento da medida.


No TJAM, as mulheres vítimas de violência podem pedir a prorrogação da medida protetiva por meio de um requerimento feito por telefone. No 1º Juizado Especializado no Combate à Violência Doméstica e Familiar Contra Mulher, os números disponíveis são: (92) 99972-8953 / 99198-7620 e (92) 98449-7084. No 2º Juizado Especializado estão disponíveis os telefones (92) 3303-5011 / 3303-5004 / 98438-5528. No 3º Juizado Especializado os telefones para atendimento são (92) 3303-5012 / 3303-5009 / 98200-6669.


As mulheres também podem procurar o Núcleo de Promoção e Defesa dos Direitos das Mulheres (Nudem) da Defensoria Pública, para pedidos de prorrogação, pedidos iniciais ou informação de descumprimento de Medida Protetiva de Urgência, através dos números (92) 98417- 3249/98427-1138. Caso a outra parte já tenha ciência e descumpra as medidas, é recomendado ligar para a Ronda Maria da Penha no telefone (92) 98842-2258.


Os serviços telefônicos do TJAM e da Defensoria para prorrogação de medidas protetivas ou pedido inicial funcionam das 8h às 14h, de segunda à sexta-feira.


Para fazer o requerimento, é necessário a identificação da vítima, um relato dos fatos, e, se houver, algum documento comprobatório como fotos, áudios e vídeos. “As mulheres estão deixando de pedir medida protetiva por acreditar que tem que ir à delegacia, quando na verdade podem fazer um pedido simples por telefone, na Defensoria ou nos próprios juizados”, afirma a defensora pública Pollyana Vieira, coordenadora do Nudem.

FOTO: Clóvis Miranda/DPE-AM

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